Notícias

AGE 2016/2017: Fizemos uma gestão sólida e focada no melhor para a entidade, afirma Godinho

08 de Fevereiro de 2018 - Série Prata - Ex-presidente, Eduardo Cover Godinho, destacou o crescimento de alunos nas categorias de base, o Projeto Social e as disputas na Série Prata
AGE 2016/2017: Fizemos uma gestão sólida e focada no melhor para a entidade, afirma Godinho

Foto: Divulgação

A Agremiação Guaporense de Esportes (AGE), entidade sem fins lucrativos, está com novo presidente. O empresário Thiago Rodrigo Genari, assumiu o comando no dia 1º de janeiro de 2018 no lugar do radialista/jornalista, Eduardo Cover Godinho, que permaneceu no cargo ao longo dos anos de 2016 e 2017. A gestão foi marcada pelo crescimento na participação da comunidade nas atividades propostas, dentro e fora das quatro linhas, a solidez nas finanças, melhorias estruturais no Centro Social Urbano (sede da AGE) e a maior exposição no cenário do salonismo do Rio Grande do Sul. A AGE disputou diversas competições com as categorias de base (Estadual, Tacinha RBS, Copa Sesc, entre outras) e o adulto iniciou a caminhada, com os pés no chão e dentro das possibilidades financeiras, na Série Prata.

“Recebemos a AGE com recursos em caixa do ex-presidente João Figueira e entregamos ao Thiago Genari também com valores significativos para que prossiga investindo. Foram dois anos de muito aprendizado e posso afirmar que todos os membros da diretoria deram o seu melhor. Quem, por ventura não estava focado no crescimento da AGE e pensava somente em si, acabou saindo. Realizamos muitas mudanças e todas visando o melhor para a entidade”, destacou Godinho.

Entre as melhorias, Godinho salienta a nova estrutura física da sede da AGE, localizada nas dependências do Centro Social Urbano.

“Adquirimos novos móveis para o escritório, equipamentos para a lavanderia/rouparia, montamos uma cozinha completa e um quarto para alojar os atletas de fora da cidade. Em parceria com o Poder Público trocamos a iluminação do ginásio para LED e, por conta própria, pintamos a parte interna com as cores da AGE. Infelizmente não conseguimos a substituição do telhado, nosso maior problema. Mas, junto às lideranças políticas, deixamos alinhada uma reforma no Centro Social que trará grandes benefícios para a entidade e para a comunidade esportiva. Serão investidos mais de R$ 300 mil e o espaço se transformará”, destacou.

Na parte visual, o ex-presidente destaca a mudança do escudo da AGE, o que trouxe mais clareza e modernidade, e a padronização do fardamento das categorias de base e do adulto.

“Tivemos a coragem de mudar, de dar uma cara nova à AGE. Fomos criticados no começo, mas depois recebemos muitos elogios. Padronizamos os fardamentos, ou seja, o mesmo modelo de camiseta, calção e meia que o time principal atua nas partidas da Série Prata, é o mesmo de todas as categorias de base. Investimos mais de R$ 20 mil na aquisição dos uniformes”.

Porém, a maior conquista, segundo o ex-presidente Godinho, não está na aquisição de bens materiais para a entidade, mas sim, na formação dos futuros craques do salonismo gaúcho. A gestão 2016/2017 recebeu as categorias de base (escolinha da AGE) com cerca de 70 crianças e encerrou com mais de 150 participantes nos Subs-5, 7, 9, 11, 13 e 15, muitas delas oriundas de famílias em vulnerabilidade social (carentes). O projeto social “Não é somente um jogo”, grande sonho de Godinho e sua diretoria, foi colocado em prática e atendeu em 2017 cerca de 120 meninos do Centro Ocupacional Bruno José Campos (Horta Comunitária).

“Com o empenho da diretoria e a dedicação dos instrutores conseguimos crescer na base. Isso é fruto de planejamento e trabalho, muito trabalho. Estão todos de parabéns, principalmente os pais que sempre acreditaram e apoiaram os nossos projetos. Nada mais nos gratifica mais que ver os pais presentes no Centro Social acompanhando seus filhos nas atividades e nos jogos”, disse.

Quando perguntado sobre conquistas nos campeonatos que a AGE disputou, Godinho respondeu: “Não conquistamos muitos títulos nas competições regionais e estaduais que disputamos com as categorias de base. Nosso principal foco nunca foi o ganhar, simplesmente para ter um troféu na estante e uma medalha no peito. A maior conquista da diretoria foi a formação de cidadãos de bem para o futuro e isso é o que nos gratificou ao longo deste período. Não adianta termos muitos troféus se lá frente não temos pessoas que possam contribuir para uma melhor sociedade”, disse.

No adulto, a equipe, que subiu da Bronze após convite da Federação Gaúcha de Futebol e Salão (FGFS) – terminou em quarto em 2015 - se manteve na Série Prata. Com a menor folha salarial entre os times que disputaram as competições, a AGE conseguiu, com a base formada praticamente por jogadores da casa, fazer frente com as equipes de ponta que dispunham de maior poder aquisitivo.

“Apostamos em atletas formados em Guaporé e não nos arrependemos. Contratamos pontualmente e todos corresponderam, uns mais, outros menos do que esperávamos. Tivemos excelentes comissões técnicas e trabalhamos intensamente para dar resultados aos torcedores. Acreditamos ter recuperado a vontade do guaporense de assistir aos jogos da AGE no ginásio Scalabrini. O público cresceu muito em 2017 e acredito que continuará lotando a praça esportiva. Só temos a agradecer a todos que ajudaram nessa caminhada na Prata, sejam eles membros das comissões técnicas, jogadores e torcedores”.

Na parte financeira, a gestão 2016/2017 esteve focada e encerrou com recursos em caixa. Foram movimentados mais de R$ 400 mil nos dois anos.

“Pagamos em dia os fornecedores, funcionários e prestadores de serviço. Não devemos nada para ninguém. Não fizemos nada na emoção, no calor do momento, no impulso. Tudo foi pensado e dentro do que cabia no enxuto orçamento. Talvez o apaixonado torcedor quisesse maiores investimentos na contratação de jogadores para a Série Prata, mas estávamos limitados financeiramente. O mais importante é que colocamos equipes competitivas em quadra e demos oportunidades para os atletas da casa. Encerramos a gestão de cabeça erguida e com a sensação de dever cumprido. Deixamos nossa marca no salonismo de Guaporé e continuaremos apoiando a AGE, independente de estarmos ou não na diretoria”, afirma Godinho.

O ex-presidente agradeceu a confiança depositada pelos empresários, colaboradores, instituições financeiras, pais e Poder Público Municipal durante a gestão.

“Todos foram importantes para manter viva a história da AGE”.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

Mais Notícias

    Aguarde, buscando...