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PARA JAMAIS ESQUECER: JOGADORES RELEMBRAM ANO HISTÓRICO DE 2015 E A CONQUISTA DO ACESSO

13 de Maio de 2020 - Liga Gaúcha 2

“O que para muitos era loucura, um projeto sem fundamento, no final virou festa na cidade”. A frase do então diretor da AGE em 2015, Jonathann Filgueira, o Baiano, demonstra o tamanho do feito que a direção, os apoiadores e principalmente os atletas, conseguiram naquele ano. A AGE Futsal retorna hoje ao ano em que voltou às quadras. Um ano sem expectativas e com desconfiança de muitos, mas que com a união de todos, terminou com mais um feito histórico para o futsal guaporense.

Começando a competição na Chave B, a AGE enfrentou Guarani de Camargo, Atlético Candelariense, Passo-Sobradense, Muitos Capões, Torino de Caxias do Sul, SER Alvorada, Sarandi, ECA de Arvorezinha, Nadas Branco de Rio Pardo e Expresso de Imbé. Foram 20 jogos disputados com 10 vitórias, 5 empates, 5 derrotas e classificação na segunda posição com 35 pontos, apenas 3 atrás do SER Alvorada.

O goleiro Fagner Gallon, o Fag, que está a muitos anos na Itália, lembra com orgulho do convite e dos momentos vividos. “Estava em Guaporé depois de muitos anos na Itália quando aceitei o convite para disputar a Série Bronze. Foi um ano de muito trabalho e sacrifício de todos, que tinham que trabalhar de dia e treinar a noite. Um prazer poder jogar com a camiseta da AGE. Ali me formei como pessoa e onde joguei dos 6 aos 18 anos, antes de ir para Itália buscar meus sonhos”, disse.

Nas oitavas de final, a AGE enfrentou a ADCH de Salto do Jacuí. No jogo de ida, derrota por 5x3 fora de casa. Na decisão da vaga, vitória por 9x5 num Scalabrini lotado e que empurrou o time para as quartas de final.

O fixo Natanael Gomez, o Nata, conta sobre como foi ajudar na montagem do elenco. “As conversas começaram com o Baiano e depois com o Duda também. Formamos um grupo só de Guaporé, um grupo de amigos, onde todos abraçaram a causa e jogaram de graça, pelo amor a AGE e ao futsal. Após isso, fomos atrás do Marcelinho para ser nosso treinador, por ter nosso respeito e confiança. E no final, com mais algumas peças no grupo, conseguimos colher os frutos com o acesso. Sou muito grato a AGE e a todos daquele ano inesquecível”, comentou.

Após as oitavas, vieram as quartas de finais e os duelos históricos com o Jaqtáqvá, de Chapada. Fora de casa, derrota por 2x1. No Scalabrini, um jogo memorável. No tempo normal, 5x3 para a AGE, placar que levou a prorrogação. Já no tempo extra, vitória por 1x0 e explosão da torcida. A AGE estava nas semifinais! (Relembre aqui: https://www.facebook.com/1025794464111038/videos/2648217308566899/ )

Para um dos diretores da época e hoje apoiador da AGE, Jonathann Filgueira, o Baiano, a persistência no projeto, mesmo com tantos “nãos” ouvidos, valeu a pena. “Fui chamado de louco por muitas pessoas que tinham o pensamento de que o projeto não tinha chance, seria um tiro no pé. Na nossa primeira reunião, o Duda e o Nata puxaram a frente para que todos jogassem de graça e os esforços financeiros se concentrassem no clube. Mesmo assim, não tínhamos como competir com os outros clubes. Foi na união, no amor pela AGE e na qualidade dos atletas que conseguimos este feito. Tenho muito orgulho de ter feito parte disso e jamais vou esquecer”, frisou.

Na semifinal, a AGE acabou sendo superada pela AFF, de Fortaleza dos Valos. Porém, por desistência de uma das equipes e como uma ajuda do destino, após todo o esforço feito naquele ano, conseguiu o acesso a Série Prata, aonde permanece até hoje. Fica o agradecimento a comissão técnica, grupo de jogadores, diretores e apoiadores que fizeram e fazem a AGE permanecer forte. Sem vocês não existiria essa história incrível e a remontada de um clube vencedor.

Mais depoimentos de protagonistas de 2015 estão fixados nos comentários da publicação do Facebook da AGE.

“AGE Futsal: há 27 anos por Guaporé e pelas três cores”.

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Texto: André Bresolin | Assessoria de Imprensa - AGE Futsal
Foto: Divulgação

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